O Crescimento do visagismo na estética

A técnica que expressa a imagem pessoal, também possibilita personalizar o atendimento de clientes e se torna a maior aliada na construção do conceito profissional nos novos tempos de lives, cursos à distância e e-commerce

Carmen Cagnoni (@carmencagnoni)

Uma imagem vale mais que mil palavras, diz um ditado conhecido há séculos – e nem se sonhava com a velocidade de reprodução de uma figura nas redes sociais. Segundo estudiosos da área de comportamento humano, a primeira sensação transmitida por alguém está baseada, principalmente, em sua aparência e modo de agir (55%). O tom de voz (38%) e o conhecimento ou propriedade intelectual (7%) compõem o restante da figura de cada um.

Essa opinião é criada na mente do interlocutor nos primeiros 10 segundos de contato. Assim, aquilo propagado à primeira vista por alguém pode definir a ideia sobre a sua personalidade, como empatia, alegria, segurança, força, entre outras características. Portanto, é fundamental expressar rapidamente as pretensões. E isso vale tanto para os clientes quanto para o profissional. Dessa forma, o visagismo se tornou uma ferramenta importantíssima na tarefa de construir esse quadro bom… e real.

Para comprovar o reconhecimento conquistado, um case inovador ilustra bem essa dimensão. O maior canal de notícias do mundo, CNN, antes de estrear no Brasil em março passado, contratou o Birô de Visagismo (@birodevisagismo), para prestar consultoria aos apresentadores dos telejornais, como uma das estratégias de negócios da empresa global de comunicação. “Foi a primeira vez que uma emissora de televisão se preocupou com os jornalistas, com o fato de comunicar uma imagem potencializada. Nós começamos o trabalho atendendo 28 funcionários; depois passaram para 47; depois, 53. Hoje, já ultrapassamos a casa de 100 e continuamos prestando assessoria”, revela Robson Trindade (@robsontrin10), mestre e doutorando em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, pioneiro no visagismo acadêmico, autor de vários livros e diretor artístico no espaço de dimensão criativa Birô de Visagismo.

O trabalho envolveu um longo processo, cada jornalista passou por várias análises até o resultado final: “Nosso planejamento abordou quem é a pessoa e qual a melhor imagem de si mesma, juntamos isso com a credibilidade dela no mercado de trabalho e associamos à confiabilidade da empresa. O resultado foi fantástico, pois conseguimos equalizar potencialidades individuais e empresariais de maneira harmônica e equilibrada”, detalha.

Estudo profundo

O trabalho do visagista começa com uma conversa com o cliente a fim de descobrir quem é aquela pessoa, antes de pensar em possíveis intervenções visuais. No primeiro atendimento, é feito um diagnóstico das características físicas e da personalidade. O visagista observa a pessoa andando, seus gestos, seu porte, sua atitude e a maneira de sentar. Também busca conhecer necessidades, estilo de vida e desejos. Isso significa estar disposto a ouvir e, depois, a explicar em detalhes a proposta de ação e como isso afetará a pessoa, tanto física quanto emocionalmente.

“Essa etapa do processo é essencial para o analista se certificar de atender as expectativas do cliente. Equem está passando pela análise precisa entender se o que vai acontecer está de acordo com suas aspirações e com os efeitos que a mudança acarretará”, descreve Philip Hallawell, artista plástico e arte-educador, mestre desenhista e profundo conhecedor da linguagem visual e pesquisador de como o cérebro percebe e processa imagens. Ele foi o precursor na difusão do visagismo no Brasil, criando um método próprio baseado na associação de vários trabalhos científicos nas áreas da psicologia, neurobiologia e antropologia, unidas com os fundamentos dos símbolos visuais.

De acordo com ele, para o cliente é uma experiência rara, um processo de autoconhecimento. “A maioria desconhece suas características físicas, seus pontos fortes e fracos. Muitas pessoas julgam ter rosto redondo –  e isso as desagrada – quando, na realidade, não é verdade. Essa simples descoberta pode lhes dar uma grande alegria e até resolver um trauma”, constata.

Passado presente

A palavra visagisme, derivada do francês visage (rosto), foi usada pela primeira vez em 1937, na França, pelo cabeleireiro e maquiador Fernand Aubry, para definir a arte der criar uma imagem pessoal personalizada. Por meio do conceito ‘a forma sempre segue a função’, empregado pelo arquiteto Louis Sullivan, Aubry destacou a necessidade de harmonia entre o retrato e a intenção de cada um. Segundo ele, ‘não existe pessoa sem beleza, somente belezas não reveladas ainda’.

Assim, para criar o belo não é suficiente pensar somente na estética, ou seja, em equilibrar as formas ou corrigir falhas. É necessário expressar uma qualidade própria. Deve-se pensar em quem é o cliente, qual seu estilo de vida, sua personalidade, seus anseios particulares e profissionais e suas preferências. Depois é que se avalia o que ficará bonito. Tal conceito ganha ainda mais importância hoje em dia, quando a busca por naturalidade e não por padrões estéticos definidos se sobressai.

No Brasil, Philip Hallawell foi o primeiro a estudar tais preceitos. Foi ele quem também explicou como a imagem afeta emocionalmente as pessoas, mostrando a abrangência de símbolos arquetípicos na sua estrutura. Em 2002, pela sua experiência na linguagem do desenho e por participar de programas de TV falando sobre arte, o Senac o convidou para desenvolver uma apostila sobre Harmonia e Estética para o curso Tecnológico em Visagismo do Centro de Tecnologia em Beleza do Senac-SP.

“Foi quando eu mergulhei profundamente nesse universo. Passei a estudar o que é um rosto bonito e a entender que é aquele fundamentalmente capaz de expressar quem é a pessoa. Assim, o visagismo revela o melhor da identidade com harmonia e estética. Ele não propõe fazer o que fica bonito, mas o que ficará bom e favorecerá a pessoa em seus relacionamentos. É criar um estilo, uma expressão para alguém. O maior desafio do cliente é fazer com que o profissional entenda quem ele é. Para isso, é preciso conhecimento. Todos têm qualidade que devem ser mostradas”, explica Hallawell.

De olho nas particularidades

Para ser um visagista o profissional precisa dominar os fundamentos e princípios da técnica, por meio de estudo e prática.  Necessita conhecer alguns elementos da psicologia e, principalmente, saber conversar abertamente com o cliente a fim de identificar as intenções dele. Nem sempre essa resposta é fácil e imediata. “O grande complicador está aí, pois a maioria não sabe a diferença entre como deseja sua aparência e o que quer expressar por meio dela”, aponta Hallawell.

Segundo ele, inúmeras pessoas chegam ao salão de beleza ou à clínica de estética querendo mudar as sobrancelhas, por exemplo, pois as querem parecidas com as de uma celebridade, ou adotar a mais nova tendência em design. “Isso acontece frequentemente, por isso elas podem sair decepcionadas. Feita a mudança, não se acham semelhantes à famosa ‘copiada’ e, mesmo exibindo a última moda, muitas vezes percebem a inadequação. Isso é frustrante tanto para a cliente quanto para o profissional”, avisa Hallawell. A experiência de ter a imagem criada por um visagista é totalmente diferente. “Quando o trabalho é bem realizado, o cliente nunca mais vai querer outra coisa. Isso porque tem suas expectativas totalmente atendidas”, assegura.

“A evolução do visagismo se caracteriza principalmente pelo profissional entender quem é a pessoa, ouvir quais são as suas necessidades e, então, com seu conhecimento, seu olhar visagista, mensurar o que é possível fazer, aquilo que combina, veste bem, acomoda melhor. Ao mesmo tempo, quando eu, profissional da área da saúde e da beleza, identifico as características desse cliente, eu sei se ele consome mais, consigo saber qual é a intensidade das reações dele com relação às coisas tranquilas, complicadas; eu começo a entender uma série de situações desse cliente/paciente. Quando eu consigo realizar essa avaliação, entrego um resultado mais satisfatório e com plena conexão”, detalha Robson Trindade.

Segundo ele, quando o profissional entende essa essência, esse conceito individualizado, é capaz de proporcionar um atendimento mais humanizado. “Compreendendo se alguém é casado, solteiro, se trabalha, estuda, trabalha e estuda, pratica esportes, vive em grupo social, se tem exposição na mídia digital, posso lhe ajudar a se posicionar em cada uma das situações da vida. Posso levá-lo a transmitir uma visão pessoal melhor – ou uma relação social ou midiática”, defende.

Atendimento personalizado

Eis mais uma grande vantagem de quem domina a técnica. Atualmente, customizar o serviço é o grande o grande mote do trabalho de esteticistas, micropigmentadores, biomédicos estetas, cosmetólogos etc. E o visagismo oferece as ferramentas ideais para essa ação. “Hoje, acredita-se muito na personalização dos serviços. Então, creio que muitas das áreas onde se trabalha com beleza, imagem pessoal e autoestima são beneficiadas exatamente pela necessidade dessa personalização”, esclarece Fabio Ritter (@fabioritter.visagismo), mestre pela PUC-SP, graduado e pós-graduado em visagismo, docente nos Cursos de Estética, Maquiagem Profissional e Visagismo e Terapia Capilar da Universidade Anhembi Morumbi, além de palestrante em vários congressos, eventos, jornadas e cursos de formação.

O visagismo começou a ser ministrado na universidade em 2008, ano da primeira turma na Anhembi Morumbi. Isso trouxe atualização e crescimento para a área. “Lá nos anos 90, ele estava ligado somente ao visual, à aparência, ao cabelo, ao formato de rosto. Hoje, sabemos que permite ir muito além, pois possibilita personalizar a imagem por meio de análises únicas. Ele vem, então, como uma forte ferramenta de personalização”, complementa.

Sem contar o crescimento da necessidade de lives nas redes sociais para se conectar com seu público alvo. “As pessoas estão percebendo cada vez mais o impacto da imagem no seu ambiente de trabalho. Hoje, as vídeo-chamadas fazem parte da rotina da maior parte dos profissionais, houve toda uma adaptação do nosso emprego, das nossas ferramentas para criação de estilo próprio por meio de webcam. Quando a gente entende que isso é uma plataforma de trabalho, trazemos o visagismo para um crescimento ascendente, onde é importante ter repertório acadêmico e teórico. É preciso entender onde o cliente quer chegar e, com a formação necessária, o profissional caminhar passo a passo com ele, personalizando, prestando consultoria para o objetivo final ser atingido com sucesso”, afirma Fabio. Na opinião dele, “o currículo acadêmico oferece suporte no âmbito da pesquisa, não que outros cursos não tenham essa base, mas na universidade é possível vivenciá-lo de forma aprofundada”.

Ação abrangente

É muito importante entender que o visagismo não se aplica somente à beleza, mas também às muitas outras áreas, como moda, arquitetura, artes cênicas e visuais, esporte, educação, saúde – por exemplo, na odontologia e em cirurgias plásticas. Para compor um look harmonioso e funcional, de acordo com as intenções pessoais, o ideal é trabalhar a integração entre várias esferas, interferindo no vestuário, no estilo dos acessórios, em cor e corte de cabelo, design de sobrancelhas, maquiagem, formato e cor dos dentes. O trabalho é integral.

“No meu mestrado na PUC (Pontífica Universidade Católica), estudo em semiótica (ciência que analisa todos os sistemas de comunicação presentes em uma sociedade) que nós somos bombardeados por imagem em todo momento, especialmente agora, quando o remoto tomou lugar de protagonista nas relações. Hoje, tudo é visual. Dentro da semiótica até o marketing de vendas tem esse embasamento imagético, tanto para quem expõe quanto para quem consome”, argumenta Fabio Rittes.

Para ele, quem comercializa um kit de produtos por e-commerce, por exemplo, consegue fidelizar uma compra por meio da transmissão de sensações e emoções através da cena postada. “Seja com objetivo de comércio ou de alavancar a imagem própria, quando se aborda o visagismo corporativo, consegue-se impulsionar vendas e fixar ideias. Por exemplo: uma empresa deseja lançar uma linha com amparo mercadológico mais emocional. Quais devem ser os itens trabalhados, a textura e a embalagem dos produtos, entre outros aspectos, a fim de que ela fique em harmonia com o perfil apresentado no Instagram? O visagismo auxilia a encontrar essas respostas por meio da junção de profissional, produto e empresa em uma mesma linguagem visual”, esclarece o docente. Robson Trindade concorda: “Quando se entende qual é o DNA desse produto, como ele foi composto, como é feito, quais são as qualidades, os benefícios e o posicionamento perante o mercado e os concorrentes, consegue-se construir uma imagem para ele. Quando eu falo de algo, preciso conhecê-lo. O mecanismo de ação é o mesmo ao da análise humana, diz.

Olhar invidualizado

Lili Garcia (@liligarciamakeup) é maquiadora visagista, micropigmentadora e instrutora técnica profissional. Artista Phibrows, licenciada em micropigmentação com especialização europeia pela Branko Babic Phiacademy, expert em harmonização de sobrancelhas e depilação a fio. Formada pelas principais escolas de maquiagem do mundo, com mais de 10 anos de experiência, ela sabe a importância da despadronização e da customização no atendimento. “A cada dia as pessoas estão mais conscientes de quanto é importante um visual harmônico, capaz de transmitir ao mundo sua personalidade e estilo de vida. Empresas investem fortemente em recursos que possam identificar o perfil ideal na hora de fechar um contrato. Para a autoestima, ter aquele sentimento de ‘unidade’ ao se olhar no espelho tem grande peso, pois como você se vê é como você se sente”, argumenta.

De acordo com ela, no nosso rosto um dos pontos que mais chamam a atenção são as sobrancelhas. “Elas comunicam como nos comportamos emocionalmente e é aí que entra o meu trabalho visagista. Veja, há muito tempo, as linhas, formas e cores são usadas nos bastidores do cinema para dar vida aos personagens. Grandes atores durante a carreira conseguem ter transformações que mudam completamente a imagem transmitida de acordo com o filme. Angelina Jolie, por exemplo, tem traços marcantes, mas ao longo de seus trabalhos, observamos mudanças nas suas sobrancelhas transmitindo uma mensagem ímpar”, observa.

A maquiadora e micropgimentadora explica que não se trata de avaliar se a atriz ficou feia ou mais bonita, mas o que ela quis expressar naquele determinado filme. “Todo conjunto da nossa imagem pessoal transmite quem somos, qual é a nossa personalidade. As sobrancelhas ‘contam’ para o mundo como nós nos comportamos emocionalmente. Então, isso passou a ser usado também no mercado de trabalho e nos relacionamentos pessoais de uma forma mais consciente. E é o visagismo que possibilita as melhores respostas”, alega.

Antes de ter contato com o método, para realizar o design ela considerava apenas o formato do rosto. “Eu já havia compreendido que para a TV trabalhávamos a questão da linguagem visual com tanta profundidade, que acabei trazendo isso para o meu dia a dia no salão.  Comecei a questionar clientes sobre o que realmente gostariam de transmitir com sua imagem, como se sentiam e os resultados foram surpreendentes. Tanto que eu acabei segmentando minha atuação”, rememora.

Lili faz parte da equipe do Viss Cabeleireiros Visagistas (@visscabeleireiros), em São Paulo, considerado o primeiro salão oficial do tipo do Brasil. “Lá, tive oportunidade de segmentar meus procedimentos, pois temos algumas ferramentas para facilitar a assessoria pessoal. Quem chega ao espaço passa por uma consultoria completa para entender toda a questão visual, incluindo cor e corte de cabelo, figurino e, claro, sobrancelhas. Na consulta, usamos ferramentas que nos dão com precisão as impressões que aquele visual transmite e também os pontos onde se sobressaem algumas qualidades ou características a serem harmonizadas”, descreve.

“Antes de chegar ao resultado satisfatório, cada detalhe da pessoa é analisado, comportando, personalidade, jeito de andar, formato do rosto, linha natural das sobrancelhas, formato que o pelo nasce, espessura, pigmentação. Assim, posso concluir que o necessário será preenchê-las, deixando-as mais próximas; ou mais retas, menos inclinadas. As mudanças sempre respeitarão as características naturais. Realizado o trabalho, a postura da pessoa muda, afinal, como a gente se vê tem impacto em como a gente se sente. Há uma transformação comportamental a partir de algo aparentemente tão simples, mas que faz muita diferença. Da mesma forma, quando o profissional apenas ‘tira as sobrancelhas’ como mero efeito decorativo, o resultado estético e de postura pode ser catastrófico”, constata.

Harmonização singular

Outro forte campo de ação do visagista é na harmonização facial, que consiste, basicamente, na junção de dois procedimentos: o preenchimento com ácido hialurônico e a aplicação de toxina botulínica. “Quando o paciente chega ao consultório, o especialista deve avaliá-lo em sua totalidade. Quer dizer, o que pode se modificado a ponto de o rosto ficar mais harmônico, sem, no entanto, perder suas características de personalidade”, explica a Dra. Bruna Caroline (@bruucaroline), biomédica esteta, cosmetóloga e visagista, com consultórios espalhados por vários bairros cariocas.

“Avaliamos as medidas para ver se os dois lados estão simétricos e onde percebemos alterações, conversamos com o paciente sobre as opções disponíveis para melhorar essa assimetria. Basicamente, é feito um ajuste total do rosto, de modo a ficar mais rejuvenescido, mas sem modificar totalmente a estrutura. O objetivo é obter um resultado mais natural, nada marcado, sem feições alteradas. Usamos as proporções para melhorar e não para modificar”, declara a especialista.

No trabalho de Bruna Caroline, visagismo é ponto-chave. “Por meio dessa técnica, estudo o paciente para entender quem ele é e qual sua personalidade, de modo a fazer mudanças benéficas, mas mantendo os traços da etnia, da personalidade e do estilo de vida dele. O visagismo me permite ver o paciente como um todo e não só como uma face que está à minha frente. Eu vejo a pessoa por completo”, argumenta. Na definição dela, o visagismo une a área da saúde, das ciências humanas e a arte da estética. A utilização desses conceitos envolve os fundamentos da linguagem visual da matemática das proporções estéticas em sincronicidade com a geometria, biologia, antropologia, psicologia e morfologia.

De acordo com a biomética esteta, isso é um grande e quem não usa essa ferramenta, simplesmente vai preenchendo um rosto anatômico e não trabalhando as individualidades. “A harmonização não é massa de bolo, não tem receita geral. Infelizmente, profissionais sem essa formação oferecem resultados praticamente iguais, nos quais ‘todo mundo tem a mesma cara. Porque ele trata só como um rosto anatômico, ele faz o que acha ser bonito. Mas será que aquilo combina com a pessoa? A harmonização não é indicada para alguém se transformar em outra pessoa, mas para melhorar o que há de mais bonito em cada um. É a personalização, não só da aparência, mas também do temperamento e da personalidade. É o conjunto de tudo. E isso é o visagismo”, conclui.

Profissional reconhecido

  • Os clientes valorizam muito mais o trabalho, pois têm confiança nos procedimentos indicados.
  • Todo atendimento é único e a criatividade é exercida constantemente.
  • Quem cria beleza e proporciona bem-estar está beneficiando pessoas em todas as esferas da vida.
  • Clientes satisfeitos indicam os serviços a outros, com prazer e segurança.

FRASES

“O visagismo entrega uma caixa com muitas ferramentas para eu atender melhor, entender o que posso fazer mais e de forma bem-feita, qual é o meu limite e onde posso chegar.”

Robson Trindade

“A arte do profissional da beleza é descobrir quais são as qualidades de uma pessoa, quem ela é e como trazer isso à tona. Com conhecimento das ferramentas é possível revelar a beleza verdadeira com harmonia e estética. O que se busca hoje é que as pessoas vivam sua autenticidade.”

Philip Hallawell

“No visagismo não existe certo, errado, feio ou bonito. Existe o que se deseja expressar!”

Lili Garcia

“O visagismo me permite ver o paciente como um todo e não só como uma face à minha frente. Eu enxergo a pessoa por completo.”Dra. Bruna Caroline

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