Técnica RDB + Ação antioxidante

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Técnica proposta

Após vários anos de pesquisa e com a colaboração de vários profissionais com suas expertises desenvolvemos  a técnica RDB + ação antioxidante que organiza e  coordena o tratamento estético em cabine nos  procedimentos  de peeling combinado com ação despigmentante. A Técnica montada como em forma piramidal tem como base a renovação celular, fundamental para a melhora do aspecto da pele ativando a renovação celular varremos células hiperpigmentadas além de facilitar a permeabilidade de princípios ativos. Após a base do tratamento, trabalhamos com diversos mecanismos despigmentantes visando à inibição e bloqueio da melanogênese.
Toda técnica protegida pelo pico de nossa pirâmide a importante ação antioxidante.
O tratamento é realizado em  12 sessões, sempre acompanhado da utilização de despigmentantes e antioxidante de uso domiciliar, podendo ser repetido após o término das 12 sessões depois de 1 mês de descanso, já o uso do despigmentante e antioxidante não deve ser interrompido por 4 meses.
As sessões devem ser feitas 1 ou 2  vezes por semana, de acordo com a espessura da pele e comportamento da mesma durante o tratamento, peles finas e delicadas podem ter a necessidade de um distanciamento maior entre as sessões sendo realizados a cada 15 dias o peeling podendo ser intercalado com a hidratação.

Revisão

Melanócitos – Melanossomas, Melanina e Melanogênese

Os melanócitos são células que derivam da crista neural (melanoblastos) e migram durante a embriogênese para a pele dispondo-se na camada basal, onde uma associação entre 1 melanócito com 36 queratinócitos, constitui a unidade melano epidérmica, a literatura denomina em média de 1500 a 3000 melanócitos a cada 1 milímetro de pele com maior concentração na face e genitais, o número de melanócitos permanece o mesmo em todos os fototipos de pele o que diferencia é sua maior ou menor atividade. Os Melanossomos são organelas internas dos melanócitos de forma elíptica, delimitadas por membranas que sintetizam a melanina, estes podem variar em tamanho, número e densidade (menores nos brancos e maiores nos negros). Sintetizam melanina em quatro estágios de maturação até a transferência  para os queratinócitos e bulbos, sendo 3 enzimas necessárias para a sintetize da melanina:

Tirosinase, TRP-1, Dopacromo Tautomerase

O pigmento melanina é o maior determinante da coloração da pele humana, sintetizado a partir da L – tirosina, subdividida a partir da dopaquinona em:

Eumelanina pigmento que varia de marrom a preto, considerada um polímero fotoestável, fotoprotetor, insolúvel na maioria dos solventes.

Feomelanina que contém enxofre, que varia de vermelho a amarelo, solúvel em álcalis, fotolábil, fotosensibilizadora, por produzir radicais livres Superóxido, Hidroxila e Peróxido de Hidrogênio após radiação solar.

Eumelanina e Feomelanina exibem diferenças nas propriedades químicas e físicas na proteção contra a radiação UV, a coloração da pele provem da combinação dos dois tipos de melanina e a cor determinada de acordo com a predominância.  O pigmento tem uma vasta gama de importantes funções fisiológicas, como controle de temperatura, produção de coloração adaptativa na pele e sua principal função, atenuar a penetração de raios UV em proporções mais profundas, como em vasos sanguíneos da derme.

O sistema enzimático (Tirosinase) chamado de melanogênese que consiste na melanização dos melanossomas que ocorre quando, sob a ação da enzima tirosinase, a melanina se forma através desta sequência de passos:

Na oxidação da tirosina a Dopa (3,4 dihidroxifenilalanina) que por sua vez é oxidada a dopaquimona são duas reações catalisadas pela enzima tirosinase, sendo estes processos de conversão são decisivos, considerando que os processos seguintes ocorrem de maneira espontânea e estão sob controle genético, a maioria dos despigmentantes e estudos estão voltados ao início do processo na inibição da Tirosinase.

O início do processo interno nos melanócitos está intimamente ligada a vários gatilhos estimulantes do processo, podendo ser intrínseco ou extrínseco dependendo de uma grande variedade de fatores.

A radiação solar UV é diretamente absorvida pelo DNA celular das células epidérmicas, o que leva à formação de foto produtos, principalmente dímeros de timina e pirimidina que aumentam o nível e a atividade da tirosinase e como consequência a melanina (fotoprotetor natural da pele) a radiação UVA (320-400nm)  aumenta o tamanho dos melanossomas em todas as etnias,  induz a distribuição dos melanossomas próximos à membrana basal enquanto a UVB (280-320nm) induz a distribuição por toda a epiderme.

Estudos apostam nos foto protetores celulares (Ácido Ferúlico) que agem como uma barreira de membrana celular, impedindo a atividade de radicais livres e minimizando os efeitos dos dímeros de timina, diminuindo a absorção dos raios UVA e UVB. Além de diminuir o eritema causado na pele devido à exposição à radiação.

O hormônio estimulante do melanócito o MSH que se liga ao receptor MC1R nos melanócitos é sintetizado na pele e pode ser estimulado por vários fatores como, outros hormônios ,pela radiação UV e também por inflamações na pele ,age  resultando num aumento da produção da melanina.

Os hormônios estrogênio e progesterona têm sido relatados por interagir com melanócitos, que expressam receptores para esses hormônios, porém não se sabe se esses hormônios têm seus principais efeitos sobre a ativação da via melanogênica e ou ligação específica às melaninas diretamente.

Variações ambientais de temperatura podem influenciar a biologia da pele humana, consequentemente queratinócitos epidérmicos expostos ao calor, frio ou stress oxidativo, resultam na indução de inflamação cutânea, aumento do grau de atividade enzimática da tirosinase e síntese de melanina.

Discromias onde estão localizadas?

As discromias são patogenias caracterizadas por alteração da cor natural da pele, diretamente relacionadas aos distúrbios no sistema dos melanócitos, apresentam-se de forma localizada, difusa, regional ou circunscrita no corpo. Essas desordens pigmentarias são classificadas de acordo com a distribuição anômala de melanina em: hipocromias, acromias e hipercromias. As Hipocromias são manchas com um tom mais claro que a pele causadas pela diminuição da melanina epidérmica, as Acromias são manchas brancas de diferentes formatos originadas da total ausência de melanina. As Hipercromias podemos considerar um capítulo em especial para nosso tema, pois é uma classificação patológica de alteração do sistema melanocitário que apresenta tons escurecidos na pele em zonas expostas à radiação UV que pode ser classificada como localizadas ou generalizadas e de acordo com a profundidade são divididas em Dérmicas, Epidérmicas ou mistas. São originadas e desencadeadas devido a vários fatores, dentre os quais,  herança genética, envelhecimento, gravidez, distúrbios endócrinos, tratamento com hormônios sexuais e exposição ao sol em diferentes graus.

Hipercromias Dérmicas são manchas azuis, azul-acinzentado ou cinzentas observadas pela Lâmpada de Wood, são manifestações com a presença de melanina em melanócitos e em macrófagos dérmicos que produzidas durante o evento inflamatório pode entrar na derme, gerando internalização pelos macrófagos desse excesso de pigmentação, sendo assim os macrófagos ficam represados na derme por longos períodos gerando manchas de difícil solução. Hipercrômicas Epidérmicas apresentam-se como manchas castanhas que resultam da melanina aumentada na epiderme devido ao aumento da atividade, do número de melanócitos e do aumento do número e tamanho dos melanossomas, são as mais comuns onde se observa um contraste bem definido entre a pele normal e a afetada através da Lâmpada de Wood que é verificada em toda a epiderme com maior acúmulo na camada basal.

Dentro das hipercromias existem vários tipos da patologias e as mais comuns são: Melasma ou Cloasma que são lesões maculares cor de café e bordas irregulares, crônica e redicivante, se agravam com a exposição solar podendo serem localizadas ou difusas sendo predominante nas mulheres e acometendo apenas 10% dos homens. Observa-se em todos os foto tipos porém, mais frequentes do IV ao VI. Cerca de 70% dos casos são classificados como epidérmicos, 10% dérmicos e 20% mistos.

Podem ser de origem genética, hormonal ou devido a exposições UV exagerada, seu aparecimento na gravidez é classificado como  –  Melasma Gestacional

Hiperpigmentação pós-inflamatória: ocorre principalmente em pele escura na sequência de restabelecimento de uma inflamação, como acne, dermatite de contato ou outros traumas e podem persistir por meses. A causa deste tipo de pigmentação são as citoquinas liberadas no processo inflamatório que estimulam a melanogênese.

Dermatite por perfume ou bijuteria: são manchas de contornos irregulares, localizadas no rosto e no colo, consequências da ação sensibilizante de substâncias.

Efélides ou sardas: São pequenas manchas planas, de cor marrom-ocre que aumentam quando em exposição ultravioleta.

Pele Branca X Pele Negra – Porque peles brancas envelhecem mais ?

A pele branca sofre mais agressões de radicais livres devido a sua proteção predominante Feomelanina gerar radicais após exposição UV, comprovação que explica a teoria de maior envelhecimentos nestes fototipos, a diferenciação também em seus melanócitos que funcionam mais lentamente sem a estimulação dos raios solares, e fabricam melanossomas de tamanho pequeno (400 nm) reunidos em pequenos grupos no interior dos queratinócitos, nos quais predomina a Feomelanina que são degradados antes de atingir a camada córnea.

A pele negra ao contrário produz, permanentemente melanina com ou sem sol os melanossomas são duas vezes maiores (800 nm) que estão dispersos, individualmente no citoplasma e cheios de Eumelanina, praticamente não estão degradados e ocupam toda a altura da epiderme até a camada córnea onde chegam intactos. Na pele dos orientais há uma mistura de melanossomas de tamanhos grande e pequeno. Devido a estas diferenças a dificuldade de tratamento é maior na pele negra e oriental, porém, é possível obter resultados.

Tratamentos e Despigmentantes

Despigmentantes são produtos que ajudam a reduzir a hiperpigmentação da pele através da intervenção no processo da melanogênese, o tratamento baseia-se na utilização de substâncias despigmentantes que podem ser combinados com clareadores que são substâncias que promovem renovação celular (peeling), varrendo do tecido células repletas de grânulos de melanina.

Existem vários mecanismos de despigmentação, e inúmeros ativos propostos para o tratamento, atualmente são utilizados vários mecanismos em um mesmo produto, uma vez que a melhora do quadro requer boa avaliação, técnica, tecnologia e disciplina.

Mecanismos de ação despigmentante

  • Destruição seletiva dos melanócitos. Ex.: Hidroquinona
  • Inibição da formação de melanossomas e alteração de sua estrutura Ex.Hidroquinona
  • Inibição da biossíntese de tirosinase. Ex: Ácido kójico
  • Inibição da formação de melanina. Ex : Vitamina C
  • Interferência no transporte dos grânulos de melanina . Ex: Niacinamida
  • Dispersores de melanina formada. Ex: Uva Ursi , Silicato de Alumínio

Ativos Despigmentantes e Antioxidantes de última geração ativos em Nanoesferas

A Vitamina C um agente redutor que faz a conversão da dopaquinona a L-DOPA, impedindo a formação de dopacromo e consequentemente a formação da melanina, esta não pode ser formada por ação da tirosinase até que toda a vitamina C  seja oxidado resultando em clareamento cutâneo e redução de manchas, a vitamina C tem seu uso consagrado em cosméticos devido a seus efeitos como agente redutor, capturando e combatendo agentes oxidantes e radicais livres com melhora do aspecto geral da pele, também aumenta a produção de colágeno. No entanto, sua aplicação em formulações cosméticas eram limitadas em virtude da baixa estabilidade. Visando solucionar este problema surgiu dos avanços científicos e tecnológicos a Vitamina C estável em Nanoesferas que possibilita o aumento da penetração cutânea ,  em nano partículas lipofílicas de alta performance. Esta substância é muito mais estável  o que também aumenta a sua permeabilidade na pele permitindo uma ação mais eficiente da vitamina C na matriz da estrutura cutânea, local onde ocorrem reações bioquímicas importantes para a manutenção da integridade da pele. Alguns testes demostraram a importância da vitamina C estabilizada,  Nano cosméticos”,  o princípio dessa nova ciência é que os materiais nesta escala nanométrica podem apresentar propriedades químicas, físico-químicas e comportamentais diferentes daquelas apresentadas em escalas maiores . Na nano partícula, o princípio ativo cosméticos é recoberto e oferece maior estabilidade , “uma formulação cosmética que veicula ativos ou outros ingredientes nano estruturados e que apresenta propriedades superiores quanto a sua performance em comparação com produtos convencionais”.

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Figura –  A nano partícula incorporada na base cosmética. Fonte: Inventiva

O Ácido Ferúlico é um potente antioxidante fenólico encontrado em altas concentrações em plantas, principalmente no farelo de arroz e na cevada maltada rica em sua composição única em Polifenóis, possui um alto potencial fotoprotetor, age como uma barreira de membrana celular, impedindo a atividade de radicais livres resultantes da exposição da pele à radiação UV, diminuindo a absorção dos raios UVA, além de diminuir o eritema causado na pele, inibe a síntese de melanina induzida por NDP-MSH e reduz o conteúdo de melanina basal.

Os Polifenóis representam um grupo diversificado de compostos, dentre eles os flavonoides, compostos amplamente distribuídos nas plantas, que fazem proteção contra a radiação UV, a estrutura dos flavonoides é compatível com o papel de substrato e inibidor competitivo da tirosinase.

O Ácido Kójico é um inibidor da biossíntese de melanina por bloqueio da enzima tirosinase é um dos agentes clareadores de pele mais usados, quimicamente conhecido como Hidroximetil-4H-pirano-4-one, é um derivado fúngico hidrofílico obtido de espécies do gênero Aspergillus sp e Penicillium sp, muito empregado no Oriente para o tratamento de melasma. É possível observar o efeito do Ácido Kójico, após duas a quatro semanas de uso contínuo, mas pode demorar mais em indivíduos com pele oleosa ou muito espessa, os resultados são progressivos e vão melhorando a partir que se continua a utilização até 6 meses de uso.

Peeling Químico aliado ao Tratamento despigmentante

De maneira geral, o tratamento da pele que apresenta hiperpigmentação tem resultados mais promissores quando  auxiliados por Peelings Superficiais, histórico de tratamento despigmentantes combinados com Peeling médio e profundo podem desencadear reações inflamatórias com ativação do Hormônio MSH em fototipos elevados com efeito de  hiperpigmentação pós-peeling .

Os peelings seriados superficiais com uso de AHAS como o ácido glicólico combinados com Beta hidroxiácidos (ácido salicílico) realizados  semanalmente , lembrando que estamos falando de peeling e que de acordo com a espessura da pele teremos a conduta modificada , levando sempre em consideração o estado geral da pele e o preparo que antecede o peeling.

Preparo da pele para receber o Peeling químico

O preparo da pele para receber o peeling superficial é uma das etapas principais para o sucesso do tratamento químico,   poderá ocorrer entre  7, 15 ou até 30 dias antes do peeling com procedimentos estéticos  de hidratação , nutrição e  antioxidante. Na avaliação para a escolha do melhor preparo da pele, são avaliados 3 condições fundamentais  da pele:

  • Nível de Hidratação que deve estar entre 30 a 40%, pele desidratada além de intervir na renovação celular, pode desencadear a ativação da melanogênese e uma renovação tecidual não satisfatória uma vez que todo metabolismo celular é dependente da quantidade de água disponível.
  • Histórico de Hipercromia pós-inflamatória ou foto tipo de risco, deve iniciar o uso do despigmentante e Vitamina C no mínimo 14 dias antes do peeling para preparo da pele e com a melanogênese mais controlada , pois estudos mostram que com 14 dias do uso de Ácido Kójico há importante diminuição da tirosinase, podendo atuar este como um efetivo preventivo de hiperpigmentação pós-inflamatória em fototipos elevados e como um excelente tratamento despigmentante pós-peeling em todos os fototipos.
  • Grau de Comprometimento do cliente com o resultado, uso de filtro solar, do despigmentante, e hidratação diária da pele são cuidados fundamentais considerados como Manutenção

Os peelings enzimáticos com papaína e bromelina também fornecem excelente suporte para os tratamentos despigmentantes uma vez que trabalham de forma efetiva através da hidrólise de proteínas e remoção da camada córnea de forma segura e eficaz oferecendo ação de melhora na permeação dos princípios ativos. As queixas de hiperpigmentação ou sua reincidência é comum durante todo o ano, portanto os tratamentos estéticos precisam oferecer tratamentos despigmentantes em todas as estações do ano sendo o peeling enzimático um excelente suporte para o tratamento despigmentante no verão, podendo ser combinado com Vitamina C, Ácido Ferúlico e o Ácido Kójico, que são inibidores da Melanogênese com vários mecanismos de ação.
Podemos considerar o peeling como um tratamento combinado onde o resultado depende de 3 atuações:

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Figura – etapas do peeling

Fotoproteção

Os cosméticos despigmentantes, técnicas de aplicação e tecnologia do LASER e LED terão excelente atuação nos tratamentos estéticos, porém, são dose dependentes do uso de filtros solares e protetores da Radiação UVA e UVB com boa atuação em ambos os espectros, deve ser usado de forma constante e não esporádica com total comprometimento do cliente em dias ensolarados ou nublados.

Os filtros solares tiveram excelentes inovações nestes últimos anos, oferecem filtros físicos e químicos de ampla proteção com tecnologias hidratantes combinadas com partículas tonalizantes que exercem uma importante barreira física para proteção solar, entre outros efeitos oferecidos os “BB CREAM” , os filtros solares em pó também ganharam força com a chegada do “BB POWDER” filtros em pó de fácil retoque que oferecem potente ação de reflexão através dos filtros físicos, sendo uma importante ferramenta para o retoque rápido.

Tratamento Despigmentante

Higienização e Esfoliação

Aplicar sob a área a ser trabalhada (face, pescoço e colo), o Sabonete de Ácido Glicólico e com a pele ainda úmida, aplicar o Esfoliante e remover totalmente.

Aplicação do pré peeling (desengordurante profundo )

Peeling químico Aplicar 2,5ml (25 gotas) de Peeling ácido glicólico 10% em toda a área a ser tratada.

Deixar agir por 5 a 15 minutos de acordo com sensibilidade da pele do cliente.

Peeling Duplo: Aplicar máscara de ácido glicólico + ácido salicílico , retirar .

Reequilíbrio

Umedecer máscara de gaze ou TNT com a Loção Calmante ou  Água de Coco.

6. Mecanismo de ação despigmentante e antioxidante

Aplicar gel despigmentante com dispersores da melanina e inibição da Tirosinase  Niacinamida 4%, Uva Ursi , Ácido Kójico 2%, não retirar.

Fotoproteção

Aplicar protetor Solar FPS 30 ou mais.

Mecanismo despigmentante

Inibição da Tirosinase com Vitamina C em Nanosferas

Inibição dos Hormônios estimulantes do à MSH com Ácido Ferúlico

Aplicar gel creme Vitamina C + Ácido Ferúlico + Vitamina E de forma suave.

 Orientações para o cliente

  • Uso diário diurno de Vitamina C em Nanosferas, Ácido Ferúlico e vitamina E
  • Uso diário noturno de Gel Despigmentante, Ácido Kójico 2% + Uva Ursi e Niacinamida
  • Uso diário de Hidratação Bruma Água de Coco
  • Protetores Solares físicos e químicos com reaplicações constantes
  • Uso de filtros em pó completando a proteção diária (excelente reflexão)
  • Uso de chapéus e bonés como auxiliares de proteção
  • Mudanças no estilo de vida e cuidados com a pele

Referência Bibliográfica

SOUZA, Valéria Maria de; ANTUNES JUNIOR, Daniel. Ativos Dermatológicos. Volume 1 a 8 –Dermocosméticos e Nutracêuticos –& Daniel Antunes Junior. Editora Pharmabooks. Edição especial 10 anos 2013.
RIBEIRO, Claudio. Cosmetologia aplicada a Dermoestética. 2 edição.
GOMES Rosaline Kelly ; DAMAZIO, Marlene Gabriel. Cosmetologia: Descomplicando os princípios ativos. Editora LMP
VILLAREJO KEDO, Maria Paulina; SABATOVICH, Oleg. Dermatologia Estética –2 ed. revisada 2009
LEE, 2004; DURÁN et al, 2006 apud BARIL et al, 2012

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