Serviço inova com assinatura de produtos orgânicos

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Imagine a situação a seguir… Todo mês, você recebe em sua casa uma caixinha com uma seleção de produtos de beleza. Mas não produtos tradicionais, e sim orgânicos, aqueles que estão em alta e chamam a atenção do consumidor para a importância de andar de mãos dadas com o meio ambiente.

Essa é a iniciativa do Veggie Box (www.veggiebox.com.br), um serviço que vem difundindo esse conceito através da seguinte maneira: o usuário escolhe um plano mensal, dentre os disponíveis no site, e no final do mês recebe uma seleção de produtos orgânicos escolhidos a dedo. O processo de escolha também é diferenciado, já que as opções passam por uma convidada especial, que faz as vezes de curadora, e os assinantes também podem palpitar, escolhendo um dos produtos pelas redes sociais. “A ideia de criar o Veggie Box surgiu após percebemos uma carência na divulgação do mercado de cosméticos veganos [que não utilizam nenhum tipo de insumo animal, como leite e cera de abelha] e orgânicos e também a dificuldade das empresas em comercializarem esses produtos pela falta de informação ao consumidor final”, detalha Samyra Cunha, jornalista e responsável pelo serviço.

Ela explica que a opção por produtos orgânicos só traz benefícios para quem os consome. “Eles promovem uma redução de componentes químicos no corpo e não são cancerígenos. Um exemplo, o batom convencional contém componentes derivados do chumbo, já os orgânicos não possuem esse componente”, conta. A jornalista ainda revela que, para se enquadrar como ‘orgânico’, um produto precisa passar contar com uma certificação especial. Ou seja, há todo um processo por trás da colocação do mesmo no mercado. “Para se enquadrar como orgânico, os componentes da composição do produto deve possuir a certificação ECOCERT e IBD”, informa Samyra.

Lado a lado com a expansão do projeto, está o próprio mercado de orgânicos. Segundo a fundadora do Veggie Box, “esse mercado vem crescendo próximo ao crescimento do mercado convencional, devido à procura dos consumidores pela qualidade de vida”.

Todavia, a conscientização não deve parar. “É preciso conscientizar as pessoas que os cosméticos convencionais não fazem mal apenas ao contato da pele, e sim que muitos animais sofrem com testes para que ele chegue até o consumidor final. Existe um leque muito vasto de cosméticos orgânicos, que vale muito a pena conhecer”, finaliza Cunha.

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