Fototerapia não ablativa

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A valorização da beleza está cada vez mais presente na sociedade moderna. Freud caracterizou a fruição da beleza, como uma estratégia para buscar a felicidade. A aparência facial tem forte influência na formação da auto-estima do indivíduo. É cada vez maior a procura por tratamentos estéticos faciais que não sejam agressivos ao ponto de retirar os indivíduos de suas atividades de vida diária, isto é, sem down time.

Por outro lado, os profissionais estão se apoiando cada vez mais em recursos da prática clínica que apresentem riscos de intercorrências e complicações nulas, mas com resultados satisfatórios e garantidos. Com isso a fototerapia não ablativa, vem ganhando cada vez mais adeptos e seguidores, por se apresentar como uma possibilidade promissora em constante avanço tecnológico, agregando-se à prática de resultados, o bem estar gerado ao paciente durante e após o procedimento.

O diodo emissor de luz, também conhecido pela sigla em inglês,  LED (Light Emitting Diode), são diodos semicondutores submetidos a uma corrente elétrica e que emitem luz com comprimentos de onda que variam de 405 nm (azul) a 940 nm (infravermelho). A radiação luminosa atua sobre as mitocôndrias, estimulando a síntese de ATP e, conseqüentemente, a síntese de proteínas, como colágeno e elastina, contribuindo também com a divisão celular.

Por meio da indução fotobiológica e o aumento da permeabilidade das membranas, os LEDs vermelho associado com o âmbar, são capazes de promoverem melhora da aparência e textura da pele, amenização de rugas superficiais e diminuição dos poros dilatados. Possui ainda, ótima associação com outras técnicas estéticas existentes, como peeling químico e mecânico, preenchimentos e outros procedimentos minimamente invasivos.

O laser de infra-vermelho (infra red), possui um comprimento de onda de 830 nm e quando irradiado sobre o tecido epitelial, estimula  as células de Langherhans, as células endoteliais e as plaquetas, a  liberarem citoquinas e fatores de crescimento. O objetivo do tratamento com infravermelho é o estímulo à síntese do colágeno, pela redução da atividade das metaloproteinases.

O resultado é uma reestruturação da derme, que se torna mais densa e com fibras mais organizadas. Dessa forma, podemos utilizar a energia luminosa para reverter  os danos cutâneos causados pela exposição solar somada ao processo de cronosenessência,  traduzindo-se em uma pele com melhora da elasticidade, luminosidade e textura e com diminuição das alterações pigmentares e rugas estáticas.

A combinação da ledterapia e da laserterapia simultaneamente, garantem a otimização e a amplificação dos resultados obtidos de forma individualizada.

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