Estratégia de sucesso para o tratamento de estrias rubras e albas

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As estrias estão entre as disfunções estéticas que mais afetam a auto-estima das mulheres, principalmente quando aparecem em locais onde as roupas não as escondem totalmente como pernas, braços e região superior das mamas. Com a chegada do inverno a procura por esse tipo de tratamento aumenta. No universo da estética, vários recursos são apresentados como aliados no combate as estrias, porém para ter o máximo de resultados é indispensável utilizar duas estratégias inteligentes.

Estratégia 1: Potencializando a regeneração da pele para um resultado excelente no tratamento de estrias é necessário, em ambos os casos, que sejam dadas as condições ideais para que o organismo produza novas fibras de colágeno e regenere a derme afetada. Portanto faz-se necessário o uso de cosméticos e nutricosméticos que auxiliem nesse processo, principalmente quando estamos tratando uma pele acima de 25 anos de idade e/ou grandes regiões corporais com estrias. Estes devem ser ricos em substâncias precursoras na formação do colágeno como a vitamina C, vitamina E, silício por via tópica e/ou oral. Essa estratégia deve fazer parte da preparação da pele para o tratamento e durante todo ele.

Estratégia 2: Deve-se entender que a abordagem terapêutica será diferente para estrias rubras e albas e nos casos onde há flacidez cutânea associada. As estrias rubras são as mais recentes onde o processo inflamatório ainda está presente, já as albas são estrias mais antigas onde se observa ausência de processo inflamatório e cicatrizes brancas características do excesso de estiramento da derme e ruptura das fibras elásticas. Todos os recursos disponíveis para o tratamento de estrias (carboxiterapia, micropunturação com corrente galvânica, laser de CO2 fracionado, ácidos, microagulhamento, entre outros) objetivam produzir dano a pele lesionada com posterior regeneração da pele. A diferença entre os diversos tratamentos é o tipo de dano: superficial (na epiderme) ou profundo (na derme), por trauma mecânico, térmico, químico ou ambos.

As estrias albas respondem melhor a tratamentos que lesionem diretamente a derme (laser de CO2, carboxiterapia, micropunturação com corrente galvânica), porém as estrias rubras muitas das vezes são um desafio para os profissionais. Pois o trauma produzirá uma inflamação adicional ocasionando mais vermelhidão ou transformando a estrias em violáceas. Neste caso devemos lançar mão de condutas adicionais que permitam a pele se regenerar sem ocasionar inflamação adicional.
Entre as estratégias disponíveis temos as recém-lançadas canetas antiestrias com ativos anti-inflamatórios e regenerantes, com excelente permeação e aplicação perfeita. Quando as estrias são acompanhadas por flacidez considerável da pele os tratamentos pontuais com a carboxiterapia, laser de CO2 ou eletrolifting não terão sucesso caso a flacidez da área não seja minimizada, pois o enrrugamento da pele maximiza as estrias presentes, neste caso a radiofrequência e o microagulhamento proporcionam resultados excelentes. Felizmente o avanço das tecnologias em estéticas permitem resultados satisfatórios para essa disfunção estética que tanto aflige as mulheres, contudo é indispensável abordagem por profissional capacitado e experiente.

Um forte abraço!

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