Cuidados que valem ouro

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A queda de cabelos é uma preocupação não só dos homens. Segundo levantamentos da Academia Americana de Dermatologia, cerca de 5% das mulheres sofrem de calvície. A queda capilar pode trazer problemas a autoestima e exige cuidados profundos e específicos, que vão além da escolha dos shampoos, condicionadores e produtos químicos em geral.

Para trazer resultados mais duradouros e eficazes está chegando ao Brasil a nova técnica de microagulhamento de ouro, uma evolução das já consagradas radiofrequências para tratamentos capilares tanto em homens quanto em mulheres.

O microagulhamento de ouro, associado às ondas da radiofrequência tradicional, consiste na utilização de 25 microagulhas revestidas de ouro (metal nobre com alta condutividade de calor) que, ao penetrar a pele, promovem um estímulo de crescimento do cabelo através da estimulação da proliferação de vasos sanguíneos. A radiofrequência – técnica que emite calor nas camadas de tecido da pele e estimula o colágeno – emitida por essas agulhas estimula o bulbo capilar, que nasce fortalecido. Também atua na proliferação de vasos sanguíneos, que ajudam a manter a região nutrida e evitam a queda do cabelo.
Segundo a dermatologista Giovana Moraes, membro da Sociedade Brasileira de Cabelo, a técnica traz um novo alento para aqueles que não só sofrem com a queda capilar, mas também querem evitar o enfraquecimento dos fios. “Essa técnica tem excelentes resultados se associada ao drug delivery, técnica que perfura a pele, atingindo a derme e que consegue penetrar nesse local com os medicamentos necessários a camadas mais profundas, otimizando a eficácia destes cremes”, explica a médica.

thumb_shutterstock-hair-loss-womanDra. Giovana também afirma que o microagulhamento de ouro pode ser usado para diversos tipos de couro cabeludo, e também para outros problemas de pele como rugas finas e mais profundas, cicatrizes de acne, estrias e flacidez. “O colágeno é sempre parceiro chave no cuidado com a pele, e com a ajuda das agulhas de ouro, é possível conseguir resultados muito mais positivos do que com técnicas clássicas, além de um tempo de recuperação muito menor que as de um laser de Co2 por exemplo, permitindo com que o paciente faça o procedimento em um dia e no mesmo dia já esteja ótimo para suas atividades diárias, com um downtime (tempo de recuperação) mínimo”.

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