Bioimpressão da pele: impressoras 3D recriam tecidos cutâneos

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Já falamos aqui: as impressoras 3D são inovações realmente revolucionárias para vários setores da sociedade. E, é claro, as áreas da saúde e da estética procurariam uma maneira de se beneficiar do uso desse equipamento. E encontraram a bioimpressão da pele!

As impressões tridimensionais criam, por meio de um tecido, uma pele artificial que simula a pele humana. O objetivo é  sustentar, reparar, melhorar ou repor tecidos danificados de pacientes.

O tema foi amplamente discutido na jornada científica organizada  pelo Centro Europeu de Dermocosmetologia (CED) e pela Sociedade Francesa de Biologia da Matriz Extracelular (SFBMec). Os estudos dos institutos de pesquisa apontam que já existem biotecidos de modelos funcionais microvascularizados. O próximo passo é integrar a rede linfática aos modelos, o grande desafio do projeto.

Da mesma forma, o Laboratório de Biologia de Tecidos Conjuntivos da Universidade de Liège, na Bélgica, trabalha com substratos desenvolvidos à base de nanofibras de quitosana. Segundo informações do laboratório, as nanofibras de quitosana oferecem uma superfície específica de grande extensão, além de algumas propriedades semelhantes às da pele humana.

A comunidade científica europeia acredita muito nesse projeto e a área de engenharia de tecidos, a cada dia, acrescenta algo nessas descobertas. Resta agora ter paciência e esperar que os frutos desse trabalho possam virar realidade.

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