Ingredientes sustentáveis e inovações em cosméticos eco-amigáveis

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Vivemos  uma  era  em  que  a  tecnologia  e  suas  inovações  quase  que  diárias,  tomaram conta de nossas vidas. No entanto, a má utilização destes recursos vem causando uma série de consequências, na maioria das vezes irreparáveis, ao nosso planeta.

A solução encontrada para diminuir tais danos é o planejamento e a palavra de ordem é sustentabilidade. As indústrias de cosméticos vêm sentindo a necessidade de pensar no planeta e a possibilidade de desenvolver um cosmético ecoamigável.

Por causa do lançamento, nos últimos anos de produtos inovadores nos mercados de produtos de cosméticos e cuidados pessoais, a conscientização e a demanda por inovações, tecnologia e ciência vêm crescendo entre os consumidores.

Ao mesmo tempo, produtos de origem natural, “ecoamigáveis” e certificados por uma profusão de etiquetas, estão, cada vez mais, entrando no mercado, tornando-se cada vez mais populares e fazendo que fornecedores de marcas e ingredientes utilizem a cadeia de suprimentos naturais.

Até agora, as demandas por inovações e natureza apresentam crescimento paralelo, por diferentes motivos, conforme a percepção dos consumidores, isto é, a necessidade de eficácia e pureza.

No mercado de cosméticos e produtos de cuidado pessoal, a diferença entre produtos científicos e produtos naturais é gritante. O consumidor tecnológico busca principalmente apelos científicos e propostas de inovação; a origem dos ingredientes ou a história que há por trás destes são secundárias. Independentemente da fonte dos ingredientes, o produto deve proporcionar benefícios tecnológicos. Esse tipo de consumidor “compra” a eficácia perceptível, como mudança de cor, redução de rugas, maior detergência, redução do odor corporal etc.

Já o consumidor comandado pela natureza que prefere produtos com ingredientes naturais, busca fundamentalmente a origem dos produtos com ingredientes naturais, busca fundamentalmente a origem dos produtos e de seus ingredientes. Ele tem a forte crença de que a natureza, simplesmente garante a segurança, a pureza e a suavidade oferecidas pelo produto.

Nesse caso, o consumidor está mais preocupado com a segurança do que com os benefícios percebidos. Esse consumidor prefere os apelos de “livre de” e quer informações sobre a origem dos ingredientes. Adora o conceito de “ecoamigável”, mas também, e mais recentemente, quer informações sobre as comunidades envolvidas nas fontes de determinados ingredientes dos produtos e o envolvimento comercial dessas comunidades, inclusive sobre conceitos ligados à sustentabilidade e às boas práticas comerciais.

Para esses consumidores, a tecnologia e a inovação do produto são benefícios secundários, e não os principais determinantes da decisão de compra, embora tenham influência na hora da compra.

Considerando esses pontos de vista divergentes, como criar produtos que satisfaçam às duas correntes, ou seja, tragam recursos naturais e sustentabilidade ligada aos ingredientes, mas também sejam inovadores e com benefícios cientificamente comprovados? Esse é um assunto que tem muito que se falar ainda, o importante é que tenhamos uma posição a fim de preservar o futuro do nosso planeta.

 

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