Benefícios dos biopolímeros de algas marinhas para a pele

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A pele humana é considerada como sendo o nosso maior órgão imunocompetente, pois atua como interface entre o corpo e o ambiente. Por outro lado, ela sofre diversas mudanças durante o curso da vida. O envelhecimento cronológico e o fotoenvelhecimento comprometem o número e as funções biológicas das células imunocompententes, tais como as células de Langherhans (LCs) e também dos queratinócitos (KCs), resultando no declínio dos mecanismos de auto proteção e auto reparação da pele.

A pele e o sistema imunológico
As células de Langherhans (LCs) desempenham um papel fundamental nas reações imunológicas da pele. Essas células especiais apresentam uma estrutura complexa com extensões (dendritos) que se estendem até a superfície da epiderme. Presume-se que a função destes dendritos seja a captura de antígenos e sua apresentação aos linfócitos, iniciando assim a cascata de eventos da resposta imunológica.
Os queratinócitos (KCs) controlam a formação do envelope córneo das células, produzindo ainda os lipídeos encontrados no stratum corneum sendo, por isso, células fundamentais ao desenvolvimento da função barreira da pele. Os kCs também são capazes de produzir diversas citocinas envolvidas na regulação da resposta imunológica e em reações inflamatórias, como por exemplo, a Interleucina-1 (IL-1) e Fatores de Necrose tumoral (TNF). O estudo dos fenômenos imunológicos ligados à saúde e à aparência da pele, bem como o estudo de ativos que aumentem a capacidade de defesa imunológica cutânea e sua habilidade natural de auto reparação e proteção, representa uma alternativa importante para o desenvolvimento de produtos modernos para o cuidado da pele.

Biopolímeros de algas marinhas
Os biopolímeros de algas marinhas constituem um potente ativo cosmético imunoestimulante, de origem natural, obtido a partir de frações selecionadas e purificadas de três algas marinhas da classe Rhodophyceae (algas vermelhas) e Phaeophyceae (algas marrons), formando uma rede biopolimérica bioestimulante. Capaz de aumentar os mecanismos de proteção e reconstituição da pele. Estimula a proteção de queratinócitos contra as agressões ambientais, tais como, radiação UV e o estresse oxidativo. Induz a formação de fibroblastos e a produção de colágeno, acelera a regeneração da pele danificada, tendo efeito anti-inflamatório e cicatrizante. Assim, atua evitando o envelhecimento precoce e recuperando a pele já envelhecida.

Ativação do sistema imunológico
Um dos efeitos imediatos do estímulo à resposta imunológica é o aumento na população de macrófagos. O ensaio de proliferação de linfócitos demonstrou que o biopolímero de algas marinhas é um poderoso estimulante do sistema imunológico, e é mais eficiente do que a solução salina (controle) e a beta-glucana de Saccharomyces cereviseae (controle positivo) na ativação dos linfócitos – T.

Proteção contra a radiação e estresse ambiental
Uma das consequências diretas da radiação UV sobre a pele é o dano aos queratinócitos. A restrição na população e na atividade dos Kcs causa uma redução na taxa de renovação das células, levando a diminuição da espessura da pele e danificando sua função barreira. Um estudo de exposição de queratinócitos à radiação UV (15mJ/cm2) demostrou que o biopolímero de algas marinhas é capaz de reequilibrar a população de queratinócitos deprimida pela radiação UV. Também age como um eficiente agente protetor contra os efeitos nocivo do estresse ambiental oxidativo sobre queratinócitos humanos, preservando a população de células viáveis.

Ativação de fibroblastos, ação cicatrizante e reequilíbrio dos teores de colágeno
A pele ao ser ferida ou agredida também dispara a cascata imuno, sinalizando aos macrófagos para darem início ao processo de limpeza e eliminação de restos celulares e de material estranho. Os macrófagos ativados também liberam diversas citocinas que estimulam o processo de cicatrização. Os fibroblastos são recrutados para produzir novas fibras de colágeno e dos demais componentes da matriz extra celular, bem como fatores de reconstrução, tais como: fatores de crescimento epidermal e angiogenéticos.
Um estudo realizado em células de fibroblastos humanos irradiados com radiação UVA demonstrou a atividade de biopolímero de algas marinhas na preservação e manutenção dos teores de colágeno.
O Biopolímero de algas marinhas atua como um poderoso agente com atividade protetora, imunoestimulante, regeneradora, cicatrizante e anti estresses.

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